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NUTRI FH + ALGAS e Formação de Raízes Novas, Secundárias e Radicelas

Quem compra adubo paga por nutriente, mas quem coloca esse nutriente dentro da planta é a raiz. E não é qualquer raiz: a maior parte da água e dos nutrientes entra pelas raízes novas e finas, que estão sempre se renovando conforme a planta cresce.

Quando a formação dessas raízes trava, a lavoura sente mesmo com solo adubado: murcha mais cedo, responde menos à adubação e perde força nas fases de maior exigência. Neste guia você vai entender como se formam raízes novas, secundárias e radicelas, o que limita esse processo e onde o NUTRI FH + ALGAS pode entrar no manejo.


Resposta rápida

Raízes secundárias e radicelas aumentam a área de contato da planta com o solo e são responsáveis por grande parte da absorção de água e nutrientes. Elas dependem de solo corrigido, sem compactação, com água e oxigênio. O NUTRI FH + ALGAS, com 17% de substâncias húmicas, 12% de aminoácidos livres, 6% de algas marinhas, 4% de K₂O e 0,5% de boro, é posicionado para aplicação na zona radicular como complemento desse manejo, sem substituir calagem, adubação, irrigação ou correção do solo.


Raízes novas, secundárias e radicelas: o que cada uma faz

A raiz principal ancora a planta e abre caminho no perfil do solo. Dela saem as raízes secundárias, também chamadas de laterais, que se espalham para os lados e para baixo. Das secundárias saem ramificações cada vez mais finas, as radicelas, cobertas de pelos radiculares.

As raízes laterais nascem de dentro da raiz principal, a partir de células que voltam a se dividir e atravessam os tecidos até sair para o solo. Por isso, qualquer fator que prejudique a raiz principal também reduz a emissão de novas ramificações.

As radicelas são as raízes de trabalho. Finas, jovens e numerosas, elas exploram o solo em volta e concentram boa parte da absorção. Como vivem pouco, precisam ser renovadas o tempo todo.


Corte de raiz visto ao microscópio, com uma raiz lateral em formação atravessando o tecido da raiz principal
Imagem: Berkshire Community College Bioscience Image Library — CC0, via Wikimedia Commons (Lateral Root Origin (36223443845).jpg).

1. Entenda como a raiz absorve água e nutrientes

Parte dos nutrientes chega à raiz junto com a água que a planta puxa do solo. Outros, como fósforo e potássio, andam pouco no solo e dependem de a raiz crescer até perto deles. Quanto mais radicelas espalhadas pelo volume de solo, maior a chance de alcançar esses nutrientes.

A água segue a mesma lógica. Com raízes concentradas só na superfície, a planta depende da camada que seca primeiro. Com raízes profundas e ramificadas, ela consegue buscar umidade em camadas mais baixas e aguenta melhor os períodos sem chuva.


2. Acompanhe as fases de crescimento

A formação de raízes é mais intensa no estabelecimento e no crescimento vegetativo, quando a planta está montando a estrutura que vai sustentar a produção. Nas fases de florada e enchimento, a demanda por água e nutrientes cresce e a planta passa a direcionar mais energia para flores, grãos e frutos.

Na prática, isso significa que o melhor momento para cuidar do sistema radicular é antes da fase de maior exigência. Raiz que não foi formada no início dificilmente será recuperada a tempo quando a lavoura já está enchendo grão ou fruto.


3. Identifique o que causa baixa atividade radicular

Acidez e alumínio tóxico em profundidade deixam as raízes curtas, grossas e concentradas na superfície. Camadas compactadas barram o crescimento para baixo. Encharcamento tira o oxigênio de que a raiz precisa para respirar, e seca prolongada reduz o crescimento de raízes novas.

Temperatura alta do solo, nematoides e doenças de raiz também reduzem a atividade radicular. Os sinais na lavoura costumam ser murcha nas horas quentes, plantas que arrancam com facilidade, crescimento desigual e resposta fraca à adubação.


Duas plantas jovens de milho seguradas pelo caule, com raízes curtas, grossas e muito ramificadas sobre fundo vermelho
Imagem: Alandmanson — CC BY 4.0, via Wikimedia Commons (Aluminium toxocity maize roots 2017 01 05 6248.jpg).

4. Leve o manejo até a zona radicular

Corrigidas as causas, o próximo passo é colocar os insumos onde as raízes estão. Aplicações no sulco, na cova, via gotejamento, fertirrigação ou drench concentram o produto na região de maior atividade radicular, em vez de espalhá-lo por um volume de solo que a raiz ainda não alcançou.

O NUTRI FH + ALGAS é um fertilizante organomineral com 17% de substâncias húmicas, 12% de aminoácidos livres, 6% de algas marinhas, 4% de K₂O e 0,5% de boro, posicionado para solo, fertirrigação, gotejamento e região radicular. Revisões científicas descrevem que substâncias húmicas podem estimular a emissão de raízes laterais e pelos radiculares, e que aminoácidos e extratos de algas são estudados como bioestimulantes, mas os efeitos variam com a fonte, a dose, o solo e a cultura.

Dose: DOSE DO PRODUTO EXATO NÃO LOCALIZADA/CONFIRMADA. Defina a recomendação para a sua cultura, fase e forma de aplicação com a equipe técnica, sem transferir dose de outro produto.


5. Meça a eficiência das raízes antes de aumentar o adubo

Quando a lavoura não responde à adubação, a reação comum é aumentar a dose de fertilizante. Antes disso, vale olhar a raiz: se ela está rasa, travada ou doente, mais adubo pode simplesmente ficar no solo sem ser aproveitado.

Abra trincheiras, retire plantas com torrão e observe a quantidade de radicelas, a cor das raízes, a profundidade alcançada e a presença de camadas que mudam a direção de crescimento. Compare faixas tratadas e não tratadas no mesmo talhão para separar o efeito do manejo do efeito do clima.


Mão segurando um feixe de plantas jovens de trigo arrancadas, com raízes curtas e terra presa
Imagem: USDA NRCS Texas — domínio público, via Wikimedia Commons (Dryland wheat in this conventionally tilled field pulls up easy with shallow roots that have not developed in the current drought conditions. (24749880869).jpg).

Erros comuns no manejo de raízes

Erro Consequência possível
Avaliar a lavoura só pela parte aérea Problemas de raiz passam despercebidos até a produção cair
Ignorar acidez e alumínio em profundidade Raízes curtas, grossas e concentradas na superfície
Aumentar adubo sem olhar a raiz Mais gasto com pouco aproveitamento do nutriente
Aplicar longe da zona radicular Produto fica em solo que a raiz não explora
Deixar para cuidar da raiz na florada Pouco tempo para formar raízes antes da fase de maior exigência
Copiar a dose de outro produto Aplicação sem base técnica para a formulação

Programa prático para formar raízes novas e radicelas

1. Faça análise de solo e corrija acidez em superfície e profundidade.

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2. Elimine compactação e ajuste drenagem e irrigação.

↓

3. Priorize o cuidado com a raiz no estabelecimento e no vegetativo.

↓

4. Posicione o NUTRI FH + ALGAS na zona radicular, com dose confirmada.

↓

5. Avalie radicelas e profundidade antes de aumentar a adubação.

O ponto central é simples: a planta só aproveita o que a raiz alcança, e raiz nova depende de solo corrigido, água, oxigênio e manejo no lugar certo.


Conclusão

Raízes secundárias e radicelas são as que mais trabalham na absorção de água e nutrientes, e precisam ser renovadas ao longo do ciclo. Acidez, compactação, falta de oxigênio, seca e problemas sanitários reduzem essa renovação e derrubam a eficiência da adubação.

O NUTRI FH + ALGAS leva substâncias húmicas, aminoácidos, algas, potássio e boro à zona radicular como apoio à formação de raízes. Com dose confirmada, solo corrigido e avaliação no campo, ele pode fazer parte de um manejo que coloca a raiz no centro da produtividade.


Precisa de orientação para melhorar as raízes da sua lavoura?

Raiz fraca tem causa, e o primeiro passo é descobrir qual é: solo, água, compactação, sanidade ou fase da cultura.

A equipe técnica da Nutrifértil Agrícola pode ajudar a avaliar o sistema radicular, posicionar o NUTRI FH + ALGAS no programa e acompanhar a resposta no campo.

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Perguntas frequentes sobre NUTRI FH + ALGAS e formação de raízes

Qual é a diferença entre raiz secundária e radicela?

Raízes secundárias são as ramificações que saem da raiz principal. Radicelas são as ramificações mais finas, cobertas de pelos radiculares, que concentram boa parte da absorção.

Por que a lavoura murcha mesmo com solo úmido em profundidade?

Muitas vezes as raízes não chegaram até essa umidade por causa de acidez, alumínio ou compactação. A planta depende da camada de cima, que seca primeiro.

O NUTRI FH + ALGAS forma raízes sozinho?

Não. Ele é um complemento aplicado na zona radicular. A formação de raízes depende primeiro de solo corrigido, água, oxigênio e ausência de barreiras físicas.

Em que fase vale mais a pena cuidar das raízes?

No estabelecimento e no crescimento vegetativo, antes das fases de maior exigência. É quando a planta monta o sistema radicular que vai sustentar a produção.

Qual é a dose do NUTRI FH + ALGAS para formação de raízes?

DOSE DO PRODUTO EXATO NÃO LOCALIZADA/CONFIRMADA. Confirme a recomendação para a sua cultura e forma de aplicação com a equipe técnica.


Referências técnicas

  • Advances in Agronomy — A meta-analysis and review of plant-growth response to humic substances: practical implications for agriculture (Rose et al., 2014).
  • Chemical and Biological Technologies in Agriculture — Physiological responses to humic substances as plant growth promoter (Canellas e Olivares, 2014).
  • Scientia Horticulturae — Plant biostimulants: definition, concept, main categories and regulation (du Jardin, 2015).
  • Nutrifértil Agrícola — Página técnica do NUTRI FH + ALGAS.

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Imagem de capa: United Soybean Board — CC BY 2.0, via Wikimedia Commons (Soybean Roots (9622259839).jpg).

Autoria: Nutrifértil Agrícola
Data de publicação: 21/09/2026
Última atualização: 07/11/2026