Fosfito Potássio

Fosfito de Potássio 40-20 – Fertilizante Líquido com Fósforo (P) e Potássio (K) de Alta Eficiência

O Fosfito de Potássio 40-20 é um fertilizante líquido concentrado à base de fósforo proveniente do ácido fosforoso e potássio totalmente solúvel em água, desenvolvido para quem busca nutrição eficiente, defesa natural fortalecida e maior produtividade em diversas culturas.

Sua formulação especial em fosfito de potássio (P + K) fornece fósforo em forma altamente assimilável e potássio de rápida absorção, ajudando a corrigir deficiências nutricionais e a equilibrar a nutrição das plantas em fases críticas como crescimento vegetativo, floração, enchimento de grãos e formação de frutos.

Além de nutrir, o Fosfito de Potássio 40-20 atua como um importante aliado no fortalecimento das defesas naturais das plantas, estimulando a produção de fitoalexinas e aumentando a resistência contra doenças causadas por fungos, bactérias e vírus. É indicado para culturas como soja, milho, café, frutas, hortaliças, citros, uva, tomate, pimentão, maracujá e pastagens, tanto em agricultura convencional quanto em sistemas de alto desempenho.


Principais benefícios do Fosfito de Potássio 40-20

  • Fonte concentrada de fósforo (P) e potássio (K)
    Fertilizante líquido de alta solubilidade, pronto para uso em pulverizações, auxiliando na correção rápida de deficiências de P e K em diferentes estádios da cultura.

  • Fortalecimento das defesas naturais das plantas
    O fosfito de potássio estimula a produção de fitoalexinas, reforçando a imunidade natural da planta e aumentando a resistência a infecções por fungos, bactérias e vírus.

  • Melhor desenvolvimento radicular e vegetativo
    Favorece o desenvolvimento de raízes, ramos, caules, folhas e flores, resultando em plantas mais vigorosas, com maior capacidade de absorção de água e nutrientes.

  • Maior absorção de outros nutrientes
    Melhora o aproveitamento de cálcio (Ca), magnésio (Mg), manganês (Mn), zinco (Zn) e ferro (Fe), potencializando a eficiência de todo o programa de adubação.

  • Aumento da produtividade e da qualidade dos frutos
    Contribui para maior produtividade, melhor padrão comercial, frutos mais firmes, com melhor enchimento, coloração e durabilidade pós-colheita.

  • Uniformidade de frutos e colheitas mais padronizadas
    Ajuda a aumentar a homogeneidade dos frutos, facilitando a colheita e agregando valor na comercialização.

  • Resistência a estresses climáticos
    Auxilia as plantas a enfrentarem condições climáticas adversas (seca, calor, frio, variações bruscas de temperatura), reduzindo perdas e mantendo o potencial produtivo.

  • Compatível com programas de manejo nutricional e fitossanitário
    Pode ser integrado ao manejo de fertilizantes foliares, adjuvantes e defensivos, sempre seguindo orientação de um Engenheiro Agrônomo.

Benefícios — Fosfito de Potássio

Fertilizante foliar com ação • Nutrição sistêmica e bioestimulação

1) Defesa ativada rapidamente (priming + suporte sanitário)

  • Indução de resistência (priming): o fosfito sinaliza vias de defesa e fitoalexinas, deixando a planta pronta para responder a desafios bióticos.

  • Barreira funcional: respostas de defesa engrossam parede celular e dificultam a colonização inicial de patógenos associados a tecidos foliares.

  • Sinergia com o manejo: favorece programas preventivos em janelas de risco (chuvas, alta umidade, temperaturas amenas).

2) Nutrição estratégica de alto impacto (P + K)

  • Fósforo altamente assimilável: suporte direto a ATP, metabolismo energético e sínteses estruturais.

  • Potássio — regulação e qualidade: melhora balanço hídrico, turgor, translocação de fotoassimilados e padrão de frutos/grãos (calibre, peso).

  • Correção ágil de demandas: ajuda a mitigar deficiências leves de P e K durante picos de exigência.

3) Sistemia e mobilidade — cobertura real do dossel

  • Alta mobilidade em xilema e floema: distribuição rápida pós-aplicação, alcançando folhas novas, ramos, raízes e frutos.

  • Lâmina nutritiva uniforme: formulação em solução com bom molhamento e excelente distribuição no dossel, inclusive denso.

  • Menos escorrimento/evaporação: mais nutriente retido onde a planta precisa.

4) Resiliência e desempenho agronômico

  • Maior tolerância a estresses moderados: suporte ao status hídrico e homeostase metabólica em condições desafiadoras.

  • Dossel funcional por mais tempo: manutenção de área fotossintética ativa e enchimento consistente de frutos/grãos.

  • Uniformidade de resposta: resultados regulares entre talhões e safras quando bem posicionado.

5) Operação simples e eficiente

  • Formulação líquida: diluição e preparo rápidos, baixa tendência à espuma e compatibilidade com programas foliares (realizar teste de jarra).

  • Baixa dose, alto retorno: ótimo custo por hectare em rotinas de manutenção e suporte nutricional.

  • Aplicável com diversos equipamentos: costal, barra, turboatomizador e drone/VANT (manter dose em L/ha).

6) Manejo integrado e sustentabilidade

  • Mecanismo multifatorial (nutrição + priming): contribui para reduzir dependência de intervenções corretivas isoladas.

  • Integração fácil a calendários nutricionais e, quando compatível, a defensivos seletivos.

  • Uso racional de insumos: favorece programas integrados com foco em eficiência e consistência.

7) Boas práticas e segurança

  • Ajuste fino de dose/intervalo conforme cultura, estádio e pressão; seguir rótulo e orientação do Eng. Agrônomo.

  • Faixa de pH recomendada 5,5–6,5 e teste de jarra em novas misturas para evitar incompatibilidades.

Resumo: o Fosfito de Potássio reúne nutrição sistêmica (P + K) e bioestimulação por priming, entregando sanidade funcional, qualidade e produtividade, com mobilidade real no dossel e operação simples no dia a dia do campo.

Recomendações de Uso — Fosfito de Potássio

Fertilizante Foliar com Ação • Nutrição Sistêmica e Bioestimulação
(Fósforo na forma de fosfito • Potássio solúvel • Alta mobilidade em xilema e floema)

Regra base de dose (foliar)

  • Via foliar (tanque): 0,30–0,60 L/ha (faixa operacional para grandes culturas e perenes; ajustar por fase e pressão).

  • Concentração para alto volume (hortaliças/frutíferas): 40–100 mL/100 L.

  • Mochila 20 L (referência com 200 L/ha): 30–60 mL/20 L.

    • Equivalência rápida (200 L/ha): a cada 0,10 L/ha10 mL/20 L.

  • Intervalo típico: 14–30 dias, conforme vegetativo, floração, pegamento, enchimento e condição climática.


Doses por cultura

Grandes culturas (soja, milho, trigo, feijão, algodão, amendoim) — 0,30–0,60 L/ha
Aplicar no vegetativo ativo (ex.: V4–V6 em soja/milho) para estruturar a planta; repetir em pré-florada e pós-florada/pegamento sob risco. Intervalo: 14–30 dias.
Mochila 20 L (200 L/ha): 30–60 mL/20 L.

Café — 0,40–0,60 L/ha
Posicionar em vegetativo, pré-florada e pós-florada/pegamento; repetir no crescimento de frutos quando necessário. Intervalo: 21–30 dias.
Mochila 20 L: 40–60 mL/20 L.

Citros e manga — 0,40–0,60 L/ha
Aplicar em pré-florada, pós-florada/pegamento e expansão de frutos. Intervalo: 21–30 dias.
Mochila 20 L: 40–60 mL/20 L.

Hortaliças/frutíferas de maior volume de calda
(tomate, pimentão, berinjela, morango, cucurbitáceas e olerícolas em geral)
Dose por concentração: 40–100 mL/100 L nas fases de vegetativo, pré-florada, pós-florada/pegamento e enchimento/início de colheita.
Intervalo: 14–21 dias (até 30 dias em baixa pressão).
Mochila 20 L: 8–20 mL/20 L.

Frutíferas perenes (uva, maçã, pera, pêssego, abacaxi, kiwi, oliveira)
Dose: 40–100 mL/100 L em pré-florada, pós-florada/pegamento e crescimento de frutos.
Intervalo: ~30 dias é prática comum em programas com fosfito.
Mochila 20 L: 8–20 mL/20 L.

Ajustes finos: em veranicos/calor ou para qualidade de frutos (firmeza/°Brix), usar a faixa superior. Em cultivos sensíveis/início de programa, começar pela faixa inferior.


Preparo da calda 

  1. Água limpa (70–80%)ligar agitação.

  2. Ajustar pH 5,5–6,5 se necessário.

  3. Adicionar Fosfito de Potássio na dose planejada.

  4. Entrar com nutrientes/defensivos compatíveis (seguir rótulos).

  5. Completar com águaagitação contínua até o fim.

Teste de jarra obrigatório em novas misturas. Evitar oxidantes fortes e misturas muito alcalinas. Nunca misturar concentrados puros entre si; sempre diluir em água.


Volume de calda e padrão de gotas (foliar)

  • Extensivas (grãos/pastagens/cana): 80–200 L/ha.

  • Hortaliças/Frutíferas/Copa densa: 150–300 L/ha.

  • Gotas: priorizar F/MF (fina–média-fina) para cobertura; em risco de deriva, alongar para M (média).


Condições de aplicação e rotina

  • UR > 50%, vento < 12–13 km/h, temperatura ≤ 30–32 °C.

  • Horários: início da manhã ou final da tarde; dias nublados favorecem desempenho.

  • Uniformidade: manter velocidade/pressão constantes e conferir deposição em faces sombreadas e alvos abrigados.

  • Intervalo entre aplicações: 14–30 dias, conforme fase e risco.


Observações e segurança

  • Usar EPI no preparo e aplicação.

  • Contato com pele/olhos: lavar com água corrente.

  • Ingestão acidental: não provocar vômito; procurar atendimento com rótulo/bula.

  • Armazenar em local seco/ventilado, ao abrigo do sol, 5–35 °C. Não congelar.

  • Agitar antes de usar; preferir uso do conteúdo aberto na mesma safra.

Nota: As doses acima são orientativas e devem ser ajustadas conforme cultura, estádio, análise foliar/solo, clima, equipamento e objetivo do manejo. Para posicionamento preciso, consulte um Engenheiro Agrônomo.

Instruções de Uso — Fosfito de Potássio

Ação de Defesa: A Planta como Sua Própria Aliada
Fertilizante Foliar com Ação • Nutrição Sistêmica e Bioestimulação
(Fósforo na forma de fosfito • Potássio solúvel • Alta mobilidade em xilema e floema)

Para obter nutrição sistêmica eficiente, bioestimulação e defesa induzida consistente, respeite as condições ideais de aplicação, o preparo correto da calda e integre o produto a um programa de manejo com monitoramento contínuo.

As principais recomendações para o uso do Fosfito de Potássio são:

. Condições climáticas de aplicação

  • Priorizar início da manhã ou final da tarde/noite, reduzindo a exposição à radiação UV.

  • Operar com temperatura ≤ 30–32 °C e umidade relativa > 50%.

  • Evitar janelas de calor intenso, ar muito seco e sol a pino.

. Padrão de vento e deposição

  • Evitar ventos fortes; trabalhar com vento < 12–13 km/h para deposição uniforme e menor deriva.

  • Gotas: priorizar F/MF (fina–média-fina) para cobertura homogênea; em risco de deriva, alongar para M (média).

  • Garantir cobertura da face inferior das folhas e de reentrâncias/bainhas.

. Preparo da calda (ordem de mistura)

  1. Adicionar água limpa (70–80%) ao tanque e ligar a agitação.

  2. Ajustar pH 5,5–6,5 (favorece estabilidade e absorção do fosfito).

  3. Adicionar Fosfito de Potássio na dose planejada.

  4. Incluir nutrientes/defensivos compatíveis (seguir rótulos).

  5. Completar com água e manter agitação contínua até o fim.

  • Usar peneiras 50–80 mesh e filtros limpos.

  • Teste de jarra obrigatório em novas misturas.

. Aplicação preventiva (recomendada)

  • Entrar antes de períodos de maior risco fitossanitário ou no primeiro sinal de estresse biótico.

  • Utilizar a faixa base de dose e repetir no intervalo recomendado para manter o “priming” de defesa ativo e a nutrição potássica regular.

. Aplicação em foco (contenção)

  • Em pressão elevada ou histórico severo, elevar a dose dentro da faixa do rótulo e encurtar o intervalo de reaplicação.

  • Realizar a 1ª aplicação imediatamente após a detecção e manter a sequência até estabilizar a área.

. Volume de calda (referência)

  • Extensivas (grãos/pastagens/cana): 80–200 L/ha.

  • Hortaliças/Frutíferas/Copa densa: 150–300 L/ha.

  • Aplicação aérea: 30–50 L/ha.

  • Drone/VANT (baixo volume): manter a dose em L/ha e ajustar a concentração (mL/L) ao volume portado.

. Frequência e posicionamento por fase

  • Vegetativo ativo: favorece translocação rápida (xilema/floema) e ajuste osmótico (K).

  • Pré/Pós-florada e pegamento: sustenta sanidade e integridade de tecidos reprodutivos.

  • Enchimento e crescimento de frutos/grãos: manter funcionalidade do dossel e qualidade.

  • Intervalos típicos: 14–30 dias, ajustando à pressão, clima e histórico.

. Compatibilidade e manejo integrado

  • Integra-se a programas de Manejo Integrado, combinando com nutrição foliar e químicos seletivos quando necessário.

  • Evitar misturas com oxidantes fortes (hipoclorito/peróxidos), misturas muito alcalinas e sais que possam precipitar.

  • Não misturar concentrados puros entre si; sempre diluir em água.

  • Se associar a fosfitos/cúpricos em um mesmo programa, espaçar aplicações para minimizar risco de fitotoxicidade e otimizar absorção.

. Boas práticas operacionais

  • Uniformidade: manter velocidade/pressão constantes e conferir deposição em folhas sombreadas.

  • Agitar o produto antes de usar e manter agitação da calda até o fim.

  • Registro de campo: anotar dose, volume, pH, clima e lote para rastreabilidade.

. Segurança, armazenamento e manuseio

  • Usar EPI no preparo e aplicação; reentrada após secagem completa.

  • Armazenar em local seco/ventilado, ao abrigo do sol, 5–35 °C. Não congelar.

  • Contato com pele/olhos: lavar com água corrente; ingestão acidental: não provocar vômito, procurar atendimento com rótulo/bula.

Nota final: o desempenho do Fosfito de Potássio depende do posicionamento correto, da cobertura homogênea e de condições ambientais favoráveis. Para dose/intervalo/volume específicos por cultura e objetivo, siga rótulo/bula e consulte seu Engenheiro Agrônomo.

 
 

resa.

Phosphite K20 P30