Takotrop

TAKOTROP

Inseticida microbiológico com Pseudomonas chlororaphis e Pseudomonas fluorescens para controle biológico de importantes pragas agrícolas

O TAKOTROP é um inseticida microbiológico desenvolvido para o controle biológico de diferentes pragas de importância econômica, podendo ser utilizado em todas as culturas nas quais ocorram os alvos biológicos registrados.

Sua formulação reúne Pseudomonas fluorescens isolado CCTB03, na concentração de 6 g/L — 0,6% m/v; mínimo de 1,1 × 10⁴ UFC/mL, e Pseudomonas chlororaphis isolado CCTB19, na concentração de 12 g/L — 1,2% m/v; mínimo de 5,2 × 10⁷ UFC/mL.

O TAKOTROP apresenta formulação SC — Suspensão Concentrada, possui registro MAPA nº 16122 e pode integrar programas de Manejo Integrado de Pragas — MIP e manejo de resistência.

Para que serve o TAKOTROP?

O TAKOTROP é indicado para o controle biológico de:

  • cigarrinha-do-milho — Dalbulus maidis;

  • percevejo-marrom — Euschistus heros;

  • percevejo-barriga-verde — Dichelops melacanthus;

  • mosca-branca — Bemisia tabaci raça B;

  • psilídeo-dos-citros — Diaphorina citri;

  • cigarrinha-verde — Empoasca vitis;

  • tripes — Caliothrips brasiliensis;

  • tripes — Frankliniella schultzei;

  • pulgão-do-algodoeiro — Aphis gossypii;

  • pulgão-verde-dos-cereais — Rhopalosiphum graminum;

  • ácaro-rajado — Tetranychus urticae;

  • bicho-mineiro — Leucoptera coffeella.

O produto pode integrar programas técnicos destinados a:

  • controlar biologicamente diferentes grupos de pragas agrícolas;

  • complementar programas de Manejo Integrado de Pragas — MIP;

  • ampliar a diversidade de ferramentas disponíveis para o manejo;

  • complementar estratégias de manejo de resistência;

  • reduzir a dependência exclusiva de um único mecanismo de controle;

  • integrar estratégias biológicas e demais ferramentas fitossanitárias tecnicamente recomendadas;

  • possibilitar o manejo dos alvos registrados em diferentes culturas agrícolas.

Como o TAKOTROP atua?

O TAKOTROP utiliza duas bactérias selecionadas — Pseudomonas fluorescens CCTB03 e Pseudomonas chlororaphis CCTB19 — como agentes microbiológicos de controle.

Sua tecnologia apresenta múltiplos mecanismos de atuação, envolvendo efeitos por contato, ingestão e absorção, de acordo com a interação do produto com o organismo-alvo.

A ação conjunta dos microrganismos e dos metabólitos associados à formulação interfere em processos fisiológicos das pragas suscetíveis, contribuindo para o controle populacional.

A presença de diferentes mecanismos em uma mesma tecnologia permite posicionar o TAKOTROP como ferramenta complementar dentro dos programas de Manejo Integrado de Pragas e manejo de resistência.

Para maior eficiência, o produto deve ser posicionado no início da infestação, buscando atingir adequadamente os organismos-alvo e proporcionar boa cobertura da parte aérea das plantas.

Benefícios agronômicos

O uso do TAKOTROP dentro de um programa técnico de manejo pode contribuir para:

  • controle microbiológico de diferentes grupos de pragas;

  • associação de Pseudomonas fluorescens e Pseudomonas chlororaphis;

  • presença de dois isolados bacterianos selecionados;

  • múltiplos mecanismos microbiológicos de atuação;

  • controle de cigarrinhas;

  • controle de percevejos;

  • controle de mosca-branca;

  • controle de psilídeo;

  • controle de tripes;

  • controle de pulgões;

  • controle de ácaro-rajado;

  • controle de bicho-mineiro;

  • utilização em todas as culturas com ocorrência dos alvos registrados;

  • integração ao Manejo Integrado de Pragas — MIP;

  • complementação de programas de manejo de resistência;

  • ampliação da diversidade de ferramentas para o controle biológico;

  • utilização em diferentes sistemas profissionais de produção agrícola.

TABELA DE DOSES E MODOS SUGERIDOS DE APLICAÇÃO

Alvo biológicoDose registradaDose proporcional para 20 L de calda terrestreVolume de calda terrestreNúmero / intervalo de aplicações
Mosca-branca — Bemisia tabaci raça B0,8–1,6 L/ha160–320 mL/20 L100 L/ha3 aplicações; intervalo de 7 dias
Psilídeo-dos-citros — Diaphorina citri0,6–1,6 L/100 L de água120–320 mL/20 L1.000 L/ha3 aplicações; intervalo de 7 dias
Percevejo-barriga-verde — Dichelops melacanthus0,4–1,6 L/ha53–213 mL/20 L150 L/ha3 aplicações; intervalo de 7 dias
Tripes — Caliothrips brasiliensis0,4–1,6 L/ha40–160 mL/20 L200 L/ha3 aplicações; intervalo de 7 dias
Tripes — Frankliniella schultzei0,4–1,6 L/ha8–32 mL/20 L1.000 L/ha3 aplicações; intervalo de 7 dias
Cigarrinha-verde — Empoasca vitis0,50–1,50 L/ha67–200 mL/20 L150 L/ha3 aplicações; intervalo de 7 dias
Bicho-mineiro — Leucoptera coffeella1,6 L/100 L de água320 mL/20 L600 L/ha4 aplicações; intervalo de 21 dias
Ácaro-rajado — Tetranychus urticae0,4–1,6 L/ha40–160 mL/20 L200 L/ha3 aplicações; intervalo de 10 dias
Pulgão-verde-dos-cereais — Rhopalosiphum graminum0,8–1,6 L/ha80–160 mL/20 L200 L/ha3 aplicações; intervalo de 10 dias
Pulgão-do-algodoeiro — Aphis gossypii1,2–1,6 L/ha120–160 mL/20 L200 L/ha3 aplicações; intervalo de 10 dias
Percevejo-marrom — Euschistus heros0,8–1,6 L/ha160–320 mL/20 L100 L/ha3 aplicações; intervalo de 10 dias
Cigarrinha-do-milho — Dalbulus maidis0,6–1,2 L/ha120–240 mL/20 L100 L/ha3 aplicações; intervalo de 10 dias
Para definir a melhor dose, momento ou forma de aplicação para sua cultura!!

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