Soja, milho e trigo possuem recomendações específicas para Nutri Magnésio Premium. O objetivo é complementar magnésio em fases de alta atividade fotossintética e metabólica, respeitando dose e estádio da cultura.
Soja
A ficha atual publica 2 a 3 L/ha, com referência de 200 a 300 mL/20 L, nos estádios V3, V5, R1 e R3.
Milho
A recomendação publicada é de 2 a 3 L/ha, com referência de 200 a 300 mL/20 L, em V4, V8, V12 e R1.
Trigo
A ficha informa 2 a 2,5 L/ha, equivalentes à referência de 200 a 250 mL/20 L, durante perfilhamento e alongamento.
Por que esses estádios são relevantes?
São fases em que a planta expande área foliar, aumenta demanda energética ou entra em transição reprodutiva. Como Mg participa da clorofila, de enzimas e de processos ligados ao transporte de fotoassimilados, sua suficiência é importante nesses períodos.
Estádio não prova deficiência
Aplicar apenas porque a planta chegou a V5 ou R1 não substitui o diagnóstico. Análise foliar, histórico da área, teor de Mg no solo, adubação potássica e vigor da cultura ajudam a definir a real necessidade.
Nutri Magnésio Premium: dados específicos do produto
O Nutri Magnésio Premium é um fertilizante foliar cuja ficha técnica atual declara 8,0% de magnésio (Mg), equivalente a 108,0 g/L. A página posiciona o produto para diferentes culturas e estádios, com doses específicas por hectare e referências por 20 litros.
Esses dados caracterizam a formulação e permitem calcular a quantidade de Mg fornecida por aplicação. A via foliar deve ser tratada como complemento nutricional; ela não substitui o manejo do Mg no solo quando a limitação está no perfil explorado pelas raízes.
Perguntas frequentes
Qual a dose para soja?
2 a 3 L/ha, conforme a ficha atual.
E para milho?
2 a 3 L/ha.
E para trigo?
2 a 2,5 L/ha.
Preciso aplicar em todos os estádios citados?
Não obrigatoriamente. Os momentos publicados devem ser ajustados ao diagnóstico e ao programa nutricional.
Conclusão
Em soja, milho e trigo, o Nutri Magnésio deve acompanhar a fisiologia da cultura e o estado nutricional real. A dose permanece vinculada à cultura; o número de aplicações depende do manejo técnico.


