(Fosfito sistêmico • Cobre solúvel em água • Alta mobilidade em xilema e floema)
PHOS COBRE FOLIAR é um fertilizante mineral simples em solução que entrega fósforo na forma de fosfito (derivado do ácido fosforoso) e cobre solúvel de alta disponibilidade. A formulação foi desenvolvida para suprir cobre e, ao mesmo tempo, estimular respostas naturais de defesa das plantas, com rápida solubilidade e translocação sistêmica pelo xilema e floema após a aplicação foliar.
O fosfito atua como um sinal sistêmico de defesa: contribui para a ativação de fitoalexinas e outras respostas de resistência (priming), ajudando a planta a responder mais rápido frente a desafios bióticos. A literatura técnica relata ainda efeito direto do fosfito sobre o desenvolvimento de certos patógenos, com destaque para oomicetos (ex.: Phytophthora, Pythium, Peronospora), e efeito indireto pela indução de resistência — combinação que favorece a sanidade foliar e a longevidade funcional do dossel.
O cobre completa o pacote como micronutriente essencial (cofator enzimático) e agente de suporte sanitário na superfície foliar: participa de mecanismos redox, lignificação e integridade de parede celular, além de contribuir para ambiente menos favorável a microrganismos na interface folha–calda. O resultado é um ganho duplo: nutrição de cobre bem posicionada e respostas de defesa potencializadas pelo fosfito.
Com a sinergia Fosfito + Cobre em formulação líquida de alta mobilidade, PHOS COBRE FOLIAR simplifica o manejo e potencializa resultados no campo: forma uma lâmina nutritiva uniforme sobre a epiderme, melhora o molhamento e a distribuição da calda no dossel e incrementa a eficiência de uso dos nutrientes aplicados em conjunto.
Resultado prático: aplicações consistentes, cobertura homogênea mesmo em dossel denso, menor escorrimento/evaporação e melhor aproveitamento do programa foliar. Ideal para integrar com nutrição de suporte e calendários de defensivos compatíveis dentro de um programa de Manejo Integrado.
Fertilizante foliar com Fosfito sistêmico + Cobre solúvel • Defesa natural e sanidade
1) Defesa ativa e rápida (priming + ação direta em oomicetos)
Indução de resistência (priming): o fosfito ativa fitoalexinas e vias de defesa, deixando a planta pronta para responder a desafios bióticos.
Ação direta em oomicetos: relatos técnicos indicam que o fosfito inibe o desenvolvimento de Phytophthora, Pythium e Peronospora, contribuindo para sanidade foliar e de tecidos.
Barreira funcional: respostas de defesa engrossam parede celular e reduzem a colonização inicial.
2) Nutrição estratégica com Cobre (suporte sanitário e enzimático)
Cobre biodisponível: cofator em reações redox e lignificação, favorece integridade de parede celular.
Ambiente foliar menos favorável à instalação de patógenos na interface folha–calda.
Mitiga deficiências leves de Cu, estabilizando processos metabólicos críticos.
3) Sistemia e mobilidade — cobertura real do dossel
Alta mobilidade em xilema e floema: o fosfito transloca após a aplicação, atingindo tecidos novos e distantes do ponto de entrada.
Lâmina nutritiva uniforme: formulação em solução melhora molhamento e distribuição da calda em dossel denso.
Menor escorrimento/evaporação: mais ingrediente retido onde a planta precisa.
4) Resiliência e desempenho agronômico
Redução de perdas potenciais por estresses bióticos associados a oomicetos.
Dossel funcional por mais tempo: folhas ativas e saudáveis sustentam fotossíntese e enchimento.
Integração fácil a programas com nutrição foliar e defensivos compatíveis.
5) Operação simples e eficiente
Formulação líquida: diluição e preparo rápidos, com baixa tendência à espuma.
Ampla janela de uso: pode ser associado a pulverizações de rotina (seguir teste de jarra).
Regularidade entre talhões: aplicações consistentes e reprodutíveis.
6) Manejo antirresistência e sustentabilidade
Mecanismos múltiplos (direto + indireto): combinam-se para dificultar a adaptação dos patógenos.
Menor dependência de químicos isolados, favorecendo programas integrados e uso racional de insumos.
Compatível com Manejo Integrado: soma-se a práticas culturais e, quando necessário, químicos seletivos.
7) Segurança e boas práticas
Ajuste fino de dose conforme cultura, estádio e pressão; respeitar rótulo e orientação do Eng. Agrônomo.
pH de trabalho recomendado 5,5–6,5 e teste de jarra em novas misturas para preservar a viabilidade dos componentes e evitar incompatibilidades.
Resumo: PHOS COBRE FOLIAR une fosfito sistêmico (defesa induzida + ação direta em oomicetos) e cobre solúvel (suporte sanitário e enzimático) para entregar sanidade, vigor e produtividade, com mobilidade real no dossel e operação simples no dia a dia do campo.
Fertilizante Foliar com Ação • Defesa Natural e Sanidade da Planta
(Fosfito sistêmico + Cobre solúvel • Alta mobilidade em xilema e floema)
Via foliar (tanque): 0,30–0,40 L/ha (dose padrão para grandes culturas e café; ajustar por pressão/estádio).
Concentração para cultivos de alto volume de calda (hortaliças/frutíferas): 40–80 mL/100 L.
Mochila 20 L (referência prática com 200 L/ha): 30–40 mL/20 L.
Equivalência rápida (200 L/ha): a cada 0,10 L/ha ⇒ 10 mL/20 L.
Intervalo típico: 14–30 dias, conforme fase (vegetativo, floração, pegamento, enchimento) e risco fitossanitário.
Grandes culturas (soja, milho, trigo, feijão, algodão, amendoim) — 0,30–0,40 L/ha
Aplicar no vegetativo ativo (ex.: V4–V6 em soja/milho), pré-florada e pós-florada/pegamento quando houver risco. Intervalo: 14–30 dias conforme calendário de manejo integrado.
Mochila 20 L (200 L/ha): 30–40 mL/20 L.
Café — 0,30–0,40 L/ha
Posicionar em vegetativo, pré-florada e pós-florada/pegamento; repetir no crescimento de frutos sob risco. Intervalo: 21–30 dias (ajustar ao histórico de doença e clima).
Mochila 20 L (200 L/ha): 30–40 mL/20 L.
Citros — 0,30–0,40 L/ha
Aplicar em pré-florada, pós-florada/pegamento e expansão de frutos. Intervalo: 21–30 dias.
Observação técnica: posicionar fosfitos como indutores de defesa em períodos de maior risco (ex.: oomicetos).
Mochila 20 L (200 L/ha): 30–40 mL/20 L.
Hortaliças e frutíferas de maior volume de calda
(tomate envarado/rasteiro, pimentão, berinjela, morango, melão, melancia, abóbora/moranga, olerícolas em geral)
Dose por concentração: 40–80 mL/100 L nas fases de vegetativo, pré-florada, pós-florada/pegamento e enchimento/início de colheita conforme cultura.
Intervalo: 14–21 dias (até 30 dias em baixa pressão).
Mochila 20 L: 8–16 mL/20 L (equiv. a 40–80 mL/100 L).
Frutíferas perenes (uva, maçã, pera, pêssego, abacaxi, kiwi, oliveira)
Dose: 40–80 mL/100 L em pré-florada, pós-florada/pegamento e crescimento de frutos.
Intervalo: ~30 dias é prática comum em programas com fosfito (literatura/rotulagem internacional).
Atenção ao limite de concentração: até 2% de fosfito na solução foliar (referências internacionais).
Mochila 20 L: 8–16 mL/20 L.
Água limpa (70–80%) → ligar agitação.
Ajustar pH 5,5–6,5 se necessário.
Adicionar PHOS COBRE FOLIAR na dose planejada.
Entrar com nutrientes/defensivos compatíveis (seguir rótulos).
Completar com água → agitação contínua até o fim.
Teste de jarra obrigatório em novas misturas. Evitar oxidantes fortes (ex.: hipoclorito/peróxidos) e misturas alcalinas que possam reduzir desempenho do fosfito/cobre. Nunca misturar concentrados puros entre si; sempre diluir em água.
Extensivas (grãos/pastagens/cana): 80–200 L/ha.
Hortaliças/Frutíferas/Copa densa: 150–300 L/ha.
Gotas: priorizar F/MF (fina–média-fina) para cobertura; em risco de deriva, alongar para M (média).
UR > 50%, vento < 12–13 km/h, temperatura ≤ 30–32 °C.
Horários: início da manhã ou final da tarde; dias nublados ajudam.
Uniformidade: manter velocidade/pressão constantes e conferir deposição em faces sombreadas.
Intervalo entre aplicações: 14–30 dias (ajustar à fase e ao risco).
Usar EPI no preparo e aplicação.
Contato com pele/olhos: lavar com água corrente.
Ingestão acidental: não provocar vômito; procurar atendimento com rótulo/bula.
Armazenar em local seco/ventilado, ao abrigo do sol, 5–35 °C. Não congelar.
Agitar antes de usar; preferir uso do conteúdo aberto na mesma safra.
Nota: As doses acima são orientativas e devem ser ajustadas conforme cultura, estádio, análise foliar/solo, clima, equipamento e objetivos do manejo. Para posicionamento preciso, consulte um Engenheiro Agrônomo.
Fertilizante Foliar com Ação • Defesa Natural e Sanidade da Planta
(Fosfito sistêmico + Cobre solúvel • Alta mobilidade em xilema e floema)
Para obter defesa induzida consistente, sanidade foliar e alto aproveitamento do fosfito de cobre, respeite as condições ideais de aplicação, o preparo correto da calda e integre o produto a um programa de manejo com monitoramento contínuo.
As principais recomendações para o uso do PHOS COBRE FOLIAR são:
. Condições climáticas de aplicação
Priorizar início da manhã ou final da tarde/noite, reduzindo exposição à radiação UV.
Trabalhar com temperatura ≤ 30–32 °C e umidade relativa > 50%.
Evitar janelas de calor intenso, ar muito seco e sol a pino.
. Padrão de vento e deposição
Evitar ventos fortes; operar com vento < 12–13 km/h para deposição uniforme e menor deriva.
Padrão de gotas: F/MF (fina–média-fina) para cobertura; em risco de deriva, alongar para M (média).
Garantir cobertura da face inferior das folhas e reentrâncias/bainhas.
. Preparo da calda (ordem de mistura)
Água limpa (70–80%) no tanque e agitação ligada.
Ajustar pH 5,5–6,5 (faixa que favorece a estabilidade do fosfito e do cobre).
Adicionar PHOS COBRE FOLIAR na dose planejada.
Incluir nutrientes/defensivos compatíveis (seguir rótulos).
Completar com água e manter agitação contínua até o término.
Usar peneiras 50–80 mesh e filtros limpos.
Teste de jarra obrigatório em novas misturas.
. Aplicação preventiva (recomendada)
Entrar antes de períodos de maior risco fitossanitário (ex.: condições favoráveis a oomicetos como Phytophthora/Pythium) ou no primeiro sinal de problema.
Utilizar a faixa base de dose e repetir conforme intervalo recomendado para manter o “priming” de defesa ativo.
. Aplicação em foco (contenção)
Diante de pressão elevada ou áreas com histórico severo, elevar a dose dentro da faixa do rótulo e encurtar o intervalo de reaplicação.
Realizar a primeira aplicação imediatamente após a detecção, mantendo a sequência até estabilizar a área.
. Volume de calda (referência)
Extensivas (grãos/pastagens/cana): 80–200 L/ha.
Hortaliças/Frutíferas/Copa densa: 150–300 L/ha.
Aplicação aérea: 30–50 L/ha.
Drone/VANT (baixo volume): manter a dose em L/ha e ajustar concentração (mL/L) ao volume portado.
. Frequência e posicionamento por fase
Vegetativo ativo: favorece defesa basal e rápida translocação (xilema/floema).
Pré/Pós-florada e pegamento: sustenta sanidade e integridade de tecidos reprodutivos.
Enchimento e crescimento de frutos/grãos: manter funcionalidade do dossel.
Intervalos típicos: 14–30 dias, ajustando à pressão, clima e histórico.
. Compatibilidade e manejo integrado
Integra-se a programas de Manejo Integrado com práticas culturais e químicos seletivos quando necessário.
Evitar misturas com oxidantes fortes (hipoclorito/peróxidos), misturas muito alcalinas e produtos que complexem/precipitem o cobre.
Não misturar concentrados puros entre si; sempre diluir em água.
Em programas com cúpricos tradicionais, evitar sobreposição desnecessária; quando associar, respeitar intervalo para minimizar fitotoxicidade.
. Boas práticas operacionais
Uniformidade: manter velocidade/pressão constantes e conferir deposição em folhas sombreadas.
Agitar o produto antes de usar e manter agitação da calda até o fim.
Registro de campo: anotar dose, volume, pH, clima e lote para rastreabilidade.
. Segurança, armazenamento e manuseio
Usar EPI no preparo e aplicação; reentrada após secagem completa.
Armazenar em local seco/ventilado, ao abrigo do sol, 5–35 °C. Não congelar.
Contato com pele/olhos: lavar com água corrente; ingestão acidental: não provocar vômito, procurar atendimento com rótulo/bula.
Nota final: o desempenho do PHOS COBRE FOLIAR depende do posicionamento correto, da cobertura homogênea e de condições ambientais favoráveis. Para dose/intervalo/volume específicos por cultura e objetivo, siga rótulo/bula e consulte seu Engenheiro Agrônomo.
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